Dia difícil para quem não tem mãe, não tem avó e todas as minhas referências maternais se diluíram no tempo e no espaço que a desabrida saudade alberga.

O Dia da Mãe, tal como seria suposto ser celebrado, não existe na minha vida. E se durante anos lutei contra a falta da minha, chegou um dia a altura na vida de ser Mãe, mas ainda assim, como sabemos, foi tudo ao lado.
Uma vez só na vida, uma amiga grávida ao invés de se distanciar, desejou ter um filho como o meu Pedro. Foi um momento abençoado que a doce Mel Sanroman me deu, sem saber o imenso valor que teria para mim, jamais vou esquecer... escrevi essa história num post quasi-intimista, e podem ler aqui
Um ano só na vida, tive um dominical dia da Mãe "como seria suposto" ser celebrado: o meu querido amigo Henrique, num rapto consentido, proporcionou-nos esse dia especial. Recordo que refilei o tempo todo, seria algo postiço e sem valor, mas fez-me ver o contrário: ainda hoje guardo os presentes que deu ao Pedro para me oferecer nesse dia, com maior carinho que os de outros anos, guardo a memória do passeio, da conversa, do que me disse - e sim, foi definitivamente especial, único.

Um ano só na vida, tive um dominical dia da Mãe "como seria suposto" ser celebrado: o meu querido amigo Henrique, num rapto consentido, proporcionou-nos esse dia especial. Recordo que refilei o tempo todo, seria algo postiço e sem valor, mas fez-me ver o contrário: ainda hoje guardo os presentes que deu ao Pedro para me oferecer nesse dia, com maior carinho que os de outros anos, guardo a memória do passeio, da conversa, do que me disse - e sim, foi definitivamente especial, único.
